Fundamentos
Redes para segurança
Portas, protocolos e o que um scan realmente faz.
14 min5 itens de prática
Você não protege o que não sabe que está exposto. Portas que aparecem em quase todo alvo:
| Porta | Serviço | Observação |
|---|---|---|
| 22 | SSH | acesso remoto — alvo de brute force |
| 53 | DNS | UDP; usado para exfiltração |
| 80 / 443 | HTTP / HTTPS | superfície web |
| 3306 / 5432 | MySQL / PostgreSQL | nunca deveria estar exposto |
| 3389 | RDP | vetor histórico de ransomware |
O handshake TCP é o que torna o scan possível:
Cliente ──SYN──▶ Servidor
Cliente ◀─SYN/ACK── Servidor (porta aberta)
Cliente ──ACK──▶ Servidor (conexão estabelecida)Se a porta está fechada, o servidor responde RST. É exatamente essa diferença que o nmap mede.
nmap -sS -p- alvo # SYN scan, todas as 65535 portas (requer root)
nmap -sV -p 22,80 alvo # identifica versão do serviçoO -sS envia SYN e responde com RST em vez de completar o handshake — mais rápido e historicamente menos registrado em log.
Escanear alvo sem autorização escrita é crime na maioria das jurisdições, inclusive no Brasil. Pratique em laboratório próprio, HTB, TryHackMe ou em escopo contratado.
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5 itens. Ler não fixa; responder fixa.